No ranking mundial de cirurgias plásticas, o Brasil ocupa a segunda colocação com 905 mil procedimentos realizados por ano, atrás apenas dos Estados Unidos, com 1,1 milhão. É neste cenário que os riscos dos procedimentos realizados por profissionais sem a devida qualificação aumentam proporcionalmente.

No ranking mundial de cirurgias plásticas, o Brasil ocupa a segunda colocação com 905 mil procedimentos realizados por ano, atrás apenas dos Estados Unidos, com 1,1 milhão. É neste cenário que os riscos dos procedimentos realizados por profissionais sem a devida qualificação aumentam proporcionalmente.

Segundo uma pesquisa realizada em uma edição da Jornada Paulista de Cirurgia Plástica, promovida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, 52,03% dos cirurgiões plásticos se negam a fazer a cirurgia em cerca de 20% dos casos.

Princípios éticos devem guiar a atuação de todo médico, inclusive do cirurgião plástico. É comum receber pacientes que procuram cirurgias que não são adequadas ou trazem grandes riscos cirúrgicos. Interesses financeiros não devem interferir na decisão do cirurgião em indicar um procedimento cirúrgico, por isso, a escolha do profissional é a decisão mais importante numa cirurgia plástica. É fundamental averiguar se o médico é realmente um cirurgião plástico. A qualificação profissional aumenta a segurança do paciente submetido a procedimentos cirúrgicos.

Um levantamento do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) mostra que 97% dos processos motivados por cirurgias plásticas são contra médicos sem título de especialista. Para obter o título são necessários dois anos de residência em cirurgia geral e mais três anos de residência em cirurgia plástica em algum serviço credenciado. Depois disso, deve-se ser aprovado em uma avaliação conduzida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Tal certificação procura assegurar a qualificação dos cirurgiões plásticos.

É imprescindível que o paciente pesquise antes de escolher um especialista, para poder ter certeza da idoneidade e competência do médico e possa ter uma relação de confiança com ele.

FONTE: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (www.cirurgiaplastica.org.br).

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